Publicado em: 08/04/2015 18:04:49.85

Aconteceu nesta quarta-feira, 8, a abertura solene do I Congresso Métodos fronteiriços: objetos míticos, insólitos e imaginários, realizado pela Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), com o apoio de instituições como CNPq, CAPES e IFRO.
A conferência de abertura, que ocorreu no Teatro Banzeiros, foi presidida pelos professores doutores Júlio César Barreto Rocha, diretor do Núcleo de Ciências Humanas (NCH); Ari Miguel Teixeira Ott, vice-reitor pro tempore e pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa e Heloisa Helena Siqueira Correia, docente do Mestrado em Estudos Literários (MEL) e uma das organizadoras do evento.
Ocorreram palestras e mesa-redonda com professores oriundos de diversas instituições do Brasil. Durante a tarde, o professor livre-docente da Universidade Estadual Paulista (UNESP/Campus de Assis), Antônio Roberto Esteves, tratou sobre “O insólito na literatura e na história: métodos e relações”. À noite, a mesa-redonda com o tema “Objetos insólitos: diversidade de métodos, presença na literatura brasileira” foi coordenada pelos professores doutores Flávio Garcia e Maria Cristina Batalha, ambos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), que discorreram sobre “Concepções e métodos de pesquisa sobre o insólito na literatura” e “O insólito na literatura brasileira”, respectivamente.
O evento terá continuidade nos dias 9 e 10 de abril. Na programação, estão incluídos debates e palestras relacionados à literatura escrita e oral e seus mitos pertencentes à região amazônica latino americana com professores da UNIR, da Universidad Nacional Mayor de San Marcos (UNMSM) de Lima no Perú, da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB/Campus de Itabuna), da Universidad de la Republica (UdelaR) de Montevideo no Uruguai e da Universidade Federal do Acre (UFAC).
O congresso tem por finalidade discutir os métodos que possibilitem pesquisas situadas nos marcos fronteiriços da racionalidade e rastrear as imbricações entre as dimensões estéticas, históricas e políticas dos grupos e comunidades, bem como propor um diálogo entre amazônidas, brasileiros e latino-americanos acerca da literatura e dos mitos da região amazônica e suas múltiplas fronteiras.