Projeto terças e quintas da UNIR apresenta a peça N.O. – Neurótico Obsessivo


Publicado em: 15/05/2014 10:27:55.267


   A peça “N.O – Neurótico Obsessivo” faz parte da programação do Terças e Quintas Cênicas, um projeto do departamento de Artes da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) que tem como propósito estimular a consciência do público de que o trabalho artístico demanda tempo e recursos e que o artista, como qualquer outro profissional, tem compromissos que não são solucionados exclusivamente pelo aplauso. A peça se apresentará às terças- feiras (20 e 27 de maio, 3 e 10 de junho), na Sala do Piano, na UNIR Centro, às 20h.
   Ao final da apresentação do dia 20 de maio, o professor doutor do curso de psicologia da UNIR, Juliano Cedaro, tratará do tema “Relações Conflituosas”, considerando a peça N.O – Neurótico Obsessivo como ponto de partida.
   Sob a direção de Júnior Lopes, o espetáculo mantem a campanha do Projeto Terças e Quintas Cênicas, cujo lema é “A entrada é franca, contribuir é escolha sua e a gente agradece!”. Fazem parte do elenco: Dario Bandeira, Fernanda Fernandes, Júnior Brum, Wal Brasil. “O projeto tem o apoio logístico da UNIR e é gratuito, mas, por princípio, manteremos a prática ‘do chapéu’, sem qualquer obrigação por parte do público, pois contribuir é escolha e o grupo de artistas agradece”, reiterou o diretor.
   Saiba mais sobre o "N.O – Neurótico Obsessivo" – o espetáculo é baseado no texto "Pensando Bem..." da dramaturga baiana Bárbara Pessoa. A partir de situações cotidianas de um casal comum, a peça denota as ambiguidades e incoerências entre o que se pensa e o que se faz. O (des)encontro amoroso, o ciúme e as relações doentias pontuam o desenrolar da peça, onde os personagens Jairo, Lourdes e seus respectivos pensamentos (que também são personagens) vão se revelando diante do público a partir de um “jogo do psiquismo” que acaba impedindo a entrega dos sujeitos na relação.
   A peça apresenta o diálogo entre os personagens e seus pensamentos, marcando um jogo de espelhos em que é possível notar uma diversidade de “pessoas” no pensamento e ações de um único sujeito.